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Moradores da Palestina pedem socorro contra acidentes frequentes em cruzamento perigoso

1 min de leituraPor Paulo Henrique

A rotina de quem reside na comunidade da Palestina é marcada pela apreensão constante ao transitar pelas ruas do bairro. O cruzamento entre a Rua Francisco Duarte e a Rua Raimundo Rodrigues de Matos tornou-se um dos pontos mais críticos do trânsito local, registrando colisões recorrentes e colocando a segurança da população em risco.

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Moradores da Palestina pedem socorro contra acidentes frequentes em cruzamento perigoso

Segundo relato das testemunhas que vivem na área, os acidentes se tornaram quase diários. A falta de sinalização adequada e de medidas efetivas de controle de velocidade tem gerado medo tanto nos condutores quanto nos pedestres.

"Não temos mais paz no trânsito. Não há segurança nenhuma para quem anda a pé e nem para quem está dirigindo", desabafa um dos moradores.

Risco ampliado pela proximidade com escola

Uma criança foi atropelada nas proximidades do cruzamento e não resistiu à gravidade dos ferimentos, falecendo no hospital. O fato devastou os moradores e acendeu um alerta definitivo sobre o perigo iminente vivido por quem passa pela região todos os dias.

A preocupação ganha contornos ainda mais graves devido à localização do cruzamento, que fica nas proximidades da Escola Maria do Socorro Gouveia. O fluxo constante de estudantes — incluindo crianças e adolescentes — no horário de entrada e saída das aulas aumenta o risco de episódios fatais na travessia.

Quem mora na região afirma que a cobrança por providências não é nova. Pedidos de intervenção no trânsito vêm sendo feitos há tempos, mas a sensação da comunidade é de descaso por parte das autoridades competentes.

O que cobra a comunidade:

Sinalização reforçada: Implantação imediata de sinalização vertical e horizontal (placas de parada obrigatória e faixas de pedestre);

Redutores de velocidade: Instalação de lombadas ou quebra-molas para forçar a diminuição da velocidade nos acessos ao cruzamento;

Fiscalização: Presença de agentes de trânsito em horários de pico escolar.

Enquanto as medidas preventivas não são adotadas, os moradores continuam convivendo diariamente com o barulho de freadas bruscas, colisões e o temor de uma tragédia maior.

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